"Não apenas se registraram, mas literalmente votaram de forma ilegal", disse o secretário de Comércio do país, Howard Lutnick, nesta quarta-feira, 15. "E isso é apenas o começo. Mais de 32 milhões de registros adicionais de eleitores serão analisados nas próximas semanas, e esses registros provavelmente mostrarão dezenas de milhares de eleitores ilegais adicionais", escreveu na rede X.
Segundo o Censo, quase 160 milhões de eleitores votaram na eleição geral de 2020. A análise inicial determinou com "alta confiabilidade" que mais de 128 milhões desses registros de eleitores representavam cidadãos, e que mais de 24.000 desses registros eram de não-cidadãos na época da eleição.
O Censo afirmou que a análise se baseou em registros governamentais e comerciais, incluindo dados da Receita Federal, agências de imigração e da Administração da Seguridade Social, juntamente com registros de eleitores estaduais compilados pela empresa DataClear.
Para contestar com sucesso o resultado, entretanto, o governo Trump precisaria mostrar não apenas que votos ilegais foram lançados em algum lugar do país, mas que uma quantidade suficiente de cédulas inválidas foi lançada para mudar o resultado do colégio eleitoral.
Os números divulgados pelo censo ficaram muito aquém do necessário para respaldar a alegação de Trump de que ele venceu a eleição de 2020. Mesmo considerando 24.000 votos ilegais ao pé da letra, Joe Biden venceu por mais de 7 milhões de votos.
(Com Agência Estado)
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