"A Europa precisa do Estreito de Ormuz muito mais do que nós", disse Hegseth. Segundo ele, "a Europa e a Ásia têm se beneficiado da proteção dos EUA por décadas. O tempo de se aproveitar da situação sem contribuir acabou". O secretário acrescentou que o conflito "deveria ser majoritariamente uma guerra da Europa, não dos EUA".
Hegseth também afirmou que a Marinha americana mantém e está ampliando o bloqueio marítimo a portos iranianos. De acordo com ele, 34 navios já foram impedidos de atravessar o Estreito de Ormuz desde o início da operação e "nenhum navio passa" pela rota sem autorização da Marinha dos EUA. Um segundo porta-aviões americano será enviado para reforçar a operação.
Segundo o secretário, o bloqueio "se tornou global", sem explicar o uso da expressão, com a apreensão de dois navios da chamada "frota fantasma" iraniana que haviam deixado portos do país antes da medida entrar em vigor. Ele afirmou ainda que a operação permanecerá em vigor "pelo tempo que for necessário".
Ao comentar a possibilidade de uma solução diplomática, Hegseth disse que os EUA estão dando ao Irã "a chance de fazer um bom acordo" e afirmou que Teerã precisa apenas abandonar seu programa nuclear. "O Irã tem uma oportunidade única para fazer uma escolha sábia na mesa de negociações", disse. "O relógio não está a favor do Irã."
(Com Agência Estado)
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