Streeting teria reunido apoio suficiente entre parlamentares trabalhistas para desafiar Starmer na liderança do partido e do governo. Rayner, que deixou o gabinete no ano passado em meio a questionamentos fiscais, afirmou ao Guardian estar pronta para "fazer sua parte" em uma eventual disputa interna.
A crise no governo se agravou após as fortes perdas do Partido Trabalhista nas eleições locais e regionais da semana passada, ampliando críticas à incapacidade do governo de impulsionar o crescimento econômico e melhorar o custo de vida.
"O Partido Trabalhista acabou de sofrer uma surra severa do eleitorado", afirmou Rayner à ITV News, sem pedir diretamente a renúncia de Starmer.
O premiê, por sua vez, prometeu permanecer no cargo e alertou que uma disputa pela liderança mergulharia o país no "caos" em meio à crise do custo de vida e aos conflitos no Oriente Médio.
Starmer recebeu algum alívio com dados econômicos positivos. O Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido cresceu 0,6% no primeiro trimestre, após alta de 0,2% no trimestre anterior, segundo o Escritório Nacional de Estatísticas.
A ministra das Finanças, Rachel Reeves, disse à BBC que os números mostram que as políticas do governo estão funcionando e advertiu contra o risco de instabilidade política.
Também houve melhora nos indicadores do Serviço Nacional de Saúde (NHS), com queda das filas de espera por consultas pelo quinto mês seguido, um dos principais focos de Streeting.
Pelas regras do Partido Trabalhista, um desafiante precisa do apoio de 81 dos 403 deputados trabalhistas na Câmara dos Comuns. Outros nomes, como o prefeito da Grande Manchester, Andy Burnham, também são citados como possíveis candidatos. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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