O ataque na área central de Cracóvia resultou em seis mortes - quatro cidadãos poloneses, um britânico e uma estrangeira - e deixou 16 feridos, grupo no qual estão dois agentes policiais e o próprio agressor. O suspeito conduziu um veículo até o local e disparou contra transeuntes antes de ser atingido em confronto com as forças policiais. Paralelamente, agentes de resgate encontraram os corpos do pai, da mãe e da irmã do atirador na residência da família, localizada a 160 quilômetros do primeiro evento, todos com perfurações provocadas por armas de fogo.
O ministro da Justiça e procurador-geral da Polônia, Waldemar Zurek, afirmou em postagem no X que a Divisão de Combate ao Crime Organizado e Corrupção assumiu a condução do processo por se tratar de uma ação cometida com o objetivo de intimidar a população, delito sujeito à pena de prisão perpétua. Em entrevista à emissora TVP Info, o porta-voz da Procuradoria Distrital de Cracóvia, Tomasz Waszczuk, explicou que o suspeito permanece hospitalizado sob custódia policial em estado crítico e receberá a acusação formal assim que a condição de saúde permitir, destacando que o inquérito também vai examinar as circunstâncias da concessão do porte de armas ao indivíduo, que possuía licença válida e não tinha histórico criminal.
(Com Agência Estado)
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