Conforme a Broadcast mostrou, a expectativa do Itamaraty é que Lula volte a defender o multilateralismo, as negociações de paz, o direito internacional humanitário e a não interferência em assuntos internos de outros países.
No ano passado, Lula e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se encontraram nos corredores da Assembleia Geral, uma vez que o chefe de Estado americano é sempre o segundo a discursar, após o Brasil. Na ocasião, o líder da Casa Branca disse que teve "excelente química" com o brasileiro.
Outros compromissos
No mesmo dia em que faz o discurso, Lula terá encontro bilateral com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, participará de reuniões com homólogos de diversos países e de sessões ministeriais da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), do Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (IBAS), do G77/China, entre outros.
(Com Agência Estado)
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