O anúncio foi feito nas redes sociais pelo porta-voz da coalizão militar liderada pela Arábia Saudita no Iêmen, major-general Turki al-Malki. Segundo ele, os Houthis também tentaram atingir civis e instalações civis em Bish, Taif, Farasan e Yanbu, mas as ações foram frustradas pelas defesas aéreas sauditas.
Al-Malki acusou os Houthis de intensificar ataques contra civis e instalações civis e afirmou que a Arábia Saudita poderá adotar novas medidas para conter as ofensivas, de acordo com o direito internacional humanitário. O comunicado não informou vítimas ou danos causados pelo míssil lançado contra Riad.
A Defesa Civil do país havia emitido alertas de possível ameaça aérea para Riad e Al-Kharj durante a madrugada, e explosões foram ouvidas na capital. Imagens da Reuters mostraram chamas e uma grande coluna de fumaça perto do Aeroporto Internacional Rei Khalid. As autoridades sauditas, porém, não relacionaram no comunicado o incêndio ao míssil interceptado nem esclareceram a origem das chamas.
Na versão dos Houthis, a ofensiva incluiu mísseis e drones contra pontos considerados estratégicos em Riad e contra instalações da Saudi Aramco em Yanbu. O grupo disse que os ataques causaram incêndios, mas essa informação não foi confirmada pelas autoridades sauditas.
Localizada no Mar Vermelho, Yanbu é uma das principais saídas do petróleo saudita para o exterior. O porto recebe o oleoduto Leste-Oeste, rota que permite ao país transportar petróleo dos campos do leste até a costa ocidental sem depender da passagem pelo Estreito de Ormuz. A região já vinha sofrendo impactos de ataques recentes contra a infraestrutura de energia.
A ofensiva ocorre em meio à intensificação dos confrontos entre a Arábia Saudita e os Houthis, que controlam Sanaa e grande parte do norte do Iêmen. Nesta semana, ataques com mísseis e drones atingiram outras cidades sauditas e deixaram civis feridos. O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) condenou a escalada dos ataques contra o território saudita e seus efeitos sobre civis e a infraestrutura de energia.
*Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Estadão. Saiba mais em nossa Política de IA.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.









