Segundo ele, a ofensiva teve como alvo "reuniões de alto nível de figuras seniores da liderança militar e de segurança do Irã", a partir do que classificou como "uma oportunidade operacional" para realizar ataques coordenados. "Hoje lançamos a Operação Leão Rugindo, uma operação contra o regime terrorista iraniano em total cooperação com as Forças Armadas dos Estados Unidos. Ouvimos atentamente suas palavras, observamos suas ações e hoje agimos. Agimos porque precisávamos agir", declarou.
De acordo com o material divulgado pelas forças israelenses, entre os mortos estão Aziz Nasirzadeh, ministro da Defesa do Irã; Mohammad Shirazi, que chefiou por quase 40 anos o gabinete militar do líder supremo Ali Khamenei; Ali Shamkhani, assessor de Khamenei para assuntos de Defesa e secretário do Conselho de Defesa; Mohammad Pakpour, comandante do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica; Hossein Jebeli Ameli, apontado como presidente da Organização de Pesquisa e Inovação em Defesa (SPND, na sigla em inglês); Fereydoun Abbasi, ex-presidente da mesma organização; e o chefe de inteligência do Comando Khatam al-Anbiya, o principal quartel-general operacional das Forças Armadas do Irã.
"Essas e outras figuras seniores não poderão mais avançar seu plano de destruição de Israel", afirmou Shoshani. Ele classificou os alvos como "terroristas com sangue nas mãos, diretamente responsáveis pela morte de milhares em atos de terror".
Segundo ele, a operação foi precedida por "meses de planejamento conjunto e estreita coordenação com as Forças Armadas dos Estados Unidos", representando "um nível histórico e sem precedentes de cooperação entre duas nações que lutam lado a lado contra o terror".
O porta-voz acrescentou que a missão permanece em andamento. "Nossa missão não poderia ser mais clara. As Forças de Defesa de Israel continuarão a agir para remover ameaças emergentes contra Israel, porque o preço da inação é alto demais", concluiu.
(Com Agência Estado)
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