Ele afirmou, também, que a "ação militar traz o risco de desencadear uma série de eventos que ninguém pode controlar na região mais volátil do mundo".
Acrescentou, ainda, que a situação é "muito fluida" e disse que não está em posição de confirmar os relatos sobre a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que ainda não foi oficializada pelo país do Oriente Médio. "Os ataques supostamente causaram baixas civis significativas. De acordo com a mídia iraniana, um ataque aéreo matou pelo menos 85 pessoas e feriu muitas outras em uma escola de meninas em Minab, na Província de Hormozgan, e uma escola em Teerã também foi atingida, causando duas mortes."
(Com Agência Estado)
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