Entre os países citados, Rutte listou o exemplo, considerado por ele "inspirador", da Alemanha, diante do comprometimento da nação europeia em dobrar seus gastos com defesa para atingir 3,5% do seu Produto Interno Bruto até 2029.
Em painel em evento do Conselho do Atlântico, Rutte, contudo, observou que a oferta de aparatos de defesa está aquém da demanda ampliada por equipamentos.
"Agora precisamos de oferta para atender demanda em capacidade de defesa", salientou o dirigente, defendendo o uso de inovação para preencher esse gap.
(Com Agência Estado)
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