A Etiópia inaugurou no ano passado a Grande Barragem do Renascimento Etíope (GERD), a maior da África, projetada para gerar mais de 5.000 megawatts de energia. O Egito considera a obra uma ameaça à sua segurança hídrica e afirma que o projeto viola o direito internacional, por seu possível impacto no fluxo do Nilo.
Em mensagem publicada nas redes sociais, o presidente egípcio Abdel-Fattah el-Sissi disse valorizar a iniciativa de Trump e afirmou que o país está comprometido com uma cooperação "séria e construtiva" com os países da bacia do Nilo, com base no direito internacional. Segundo ele, o Egito apoia os esforços dos Estados Unidos para resolver o impasse.
O chefe do Conselho Soberano do Sudão, general Abdel-Fattah Burhan, também elogiou a proposta, afirmando que a iniciativa pode levar a soluções sustentáveis que preservem os direitos de todas as partes. A Etiópia não comentou a proposta até o momento.
Trump divulgou na sexta-feira uma carta enviada a el-Sissi, na qual afirmou estar pronto para reiniciar a mediação americana entre Egito e Etiópia. Tentativas anteriores de negociação lideradas por Washington começaram durante o primeiro mandato do republicano, mas fracassaram em 2020, após a retirada da Etiópia, sem que um acordo fosse alcançado.
Egito e Sudão defendem um acordo legalmente vinculante sobre o enchimento e a operação da barragem, enquanto a Etiópia sustenta que apenas diretrizes gerais são necessárias. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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