Em publicação no X, o gabinete do presidente argentino comemorou o resultado: "A aprovação da lei significa criação de emprego registrado, menor informalidade, normas trabalhistas adaptadas ao século XXI, menor burocracia, maior dinamismo nas relações trabalhistas e, o mais importante de tudo, o fim da indústria do litígio na República Argentina".
O deputado oposicionista Máximo Kirchner criticou a aprovação e chamou a lei de "um novo capricho do Fundo Monetário Internacional (FMI) ao qual o presidente não pode dizer não". O FMI já manifestou apoio à reforma.
Os sindicatos argentinos promoveram manifestações e greves contra a reforma.
(Com Agência Estado)
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