Segundo Bessent, os aliados europeus devem acompanhar os EUA na adoção de medidas como sanções a financiadores iranianos, fechamento de empresas de fachada e desmonte de estruturas bancárias ligadas ao regime. "Será necessário que nossos parceiros europeus se juntem aos Estados Unidos para agir contra o Irã, designando seus financiadores, expondo suas empresas de fachada e fechando suas agências bancárias", disse.
O secretário afirmou que o governo Trump retomou a campanha de "pressão máxima" contra Teerã e declarou que o país sofreu um "estrangulamento financeiro" promovido por Washington. Segundo ele, o Tesouro americano interrompeu dezenas de bilhões de dólares em receitas projetadas de petróleo do Irã, além de bloquear fluxos financeiros ilícitos e redes bancárias paralelas.
Bessent também defendeu o uso de sanções como instrumento de política externa e segurança nacional. "Sanções não são atos de agressão, mas instrumentos de paz", afirmou. Segundo ele, as medidas têm como objetivo alterar comportamentos e não impor isolamento permanente a países ou populações.
O secretário acrescentou que o Tesouro dos EUA está modernizando sua arquitetura de sanções para torná-las mais direcionadas e eficazes diante da adaptação de redes de evasão financeira, com "prazos definidos para gerar efeitos específicos".
Ao cobrar maior engajamento internacional, Bessent afirmou que países do Oriente Médio e da Ásia também precisam combater redes bancárias paralelas iranianas. Ele citou ainda grupos como Hezbollah e o cartel mexicano de Sinaloa entre as ameaças que exigem coordenação global.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







