De acordo com a Al-Mayadeen, a Arábia Saudita realizou mais de 100 ataques contra o Iêmen nos últimos três dias, focando em alvos dos houthis. O grupo militante iemenita, por sua vez, repeliu as tentativas sauditas de mobilizar forças na província de Al-Jawf, no Iêmen, destruíram dezenas de veículos militares sauditas e anunciaram ataques de retaliação contra a Arábia Saudita.
Os Houthis atacaram uma refinaria da Saudi Aramco e unidades militares sauditas em Abha, Najran e Jizan, além da Força Aérea de Khamis Mushait, utilizando mísseis balísticos e drones.
Os novos alarmes ativados pela Defesa Civil da Arábia Saudita foram justamente nessas províncias do sul do país. Conforme a IRNA, o motivo parece ter sido um ataque de drones ou míssil iminente, embora a causa não tenha sido confirmada oficialmente. Em Abha, autoridades sauditas pediram que as pessoas evitassem lugares abertos e filmar locais atingidos por ataques iemenitas.
Segundo a agência iraniana, o porta-voz das Forças Armadas Houthi, general Yahya Saree, afirmou que a "contínua agressão" e o "cerco" da Arábia Saudita contra o Iêmen não passará sem uma "resposta ou punição". Entre as ações sauditas repreendidas pelo grupo, Saree listou "o massacre de Al-Jawf, o sobrevoo de seus aviões espiões contra o Iêmen e equipar mercenários sauditas com todas as formas de armas".
(Com Agência Estado)
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