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Justiça Sexta-feira, 20 de Março de 2026, 09:28 - A | A

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Sexta-feira, 20 de Março de 2026, 09h:28 - A | A

ATÉ R$ 48 MILHÕES

Após aumento das ofertas, Justiça do Trabalho pede manifestação de credores da Santa Casa

Juíza do TRT determina prazo para manifestação da Comissão de Credores após propostas atualizadas do Governo do Estado e do Instituto São Marcos

DA REDAÇÃO

A Justiça do Trabalho deu novo prazo para a Comissão de Credores se manifestar sobre as propostas atualizadas para a compra do imóvel da Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá, que incluem o aceite do Governo do Estado em pagar R$ 30 milhões e a proposta de R$ 48 milhões feita pelo Instituto Evangelístico São Marcos.

A decisão foi proferida nessa quinta-feira (19) pela juíza Eliane Xavier, da Coordenadoria de Apoio à Efetividade da Execução (Caex) do TRT de Mato Grosso. Foi dado prazo de cinco dias para a comissão de credores e a executada se manifestarem.

O despacho foi publicado um dia após o Governo aceitar a contraproposta apresentada pelos trabalhadores e elevar de R$ 25 milhões para R$ 30 milhões o valor oferecido para a aquisição do prédio da Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá.

Além da proposta estadual, a Justiça do Trabalho recebeu na quarta-feira (18) a atualização da oferta do Instituto Evangelístico São Marcos, que aumentou o valor de R$ 40 milhões para R$ 48 milhões. A nova proposta prevê carência de seis meses para o início dos pagamentos, seguida de parcelas mensais fixas de R$ 500 mil. Na versão anterior, a carência era de 12 meses.

Ao comentar o andamento do caso, a juíza destacou a expectativa de quitação integral dos créditos. “A dívida está em torno de R$ 48 milhões e a nossa perspectiva é de realmente pagar todos os créditos”, afirmou. Ela também ressaltou a existência de mecanismos que possibilitam reduzir o tempo de quitação dos valores. “Temos normas aqui que favorecem aqueles que optam pelo deságio de 30% e acreditamos que vamos conseguir sim pagar a todos, inclusive porque cabe lembrar que esse prédio da Santa Casa é o único bem que pode ser utilizado para o pagamento dessas verbas trabalhistas.”

A magistrada avaliou de forma positiva o surgimento de diferentes propostas e lembrou que se trata de um processo antigo. “Esperamos que de fato seja concluído, e o papel da Justiça do Trabalho é justamente fazer o pagamento dessas verbas trabalhistas”, disse. Segundo ela, o procedimento avança para a fase decisiva. “Estamos caminhando para atingir o nosso objetivo: pagar aos credores aquilo que é devido.”

O processo piloto de execução, que trata do pagamento das verbas trabalhistas dos ex-empregados da Santa Casa de Cuiabá, reúne aproximadamente 800 ações. Conforme definido no caso, após a manifestação da comissão, caberá à magistrada analisar as manifestações e deliberar sobre os próximos encaminhamentos do procedimento de venda do imóvel.

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