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Polícia Sexta-feira, 20 de Março de 2026, 07:56 - A | A

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Sexta-feira, 20 de Março de 2026, 07h:56 - A | A

PATRINUS MALUS

Facção que controlava tráfico com tabela de preços é alvo de operação em Cuiabá; vídeo

Investigação aponta organização com regras próprias, tabela de preços e comando de dentro da prisão

DA REDAÇÃO

A Polícia Civil realizou, na manhã desta sexta-feira (20), uma operação para desarticular um grupo criminoso envolvido com o tráfico de drogas em Cuiabá e na região metropolitana. Batizada de Patrinus Malus, a ação cumpre 20 ordens judiciais, sendo nove prisões e 11 mandados de busca e apreensão.

As ordens foram expedidas pela Justiça e estão sendo cumpridas em Cuiabá e também na cidade de Florianópolis (SC), onde um dos investigados foi localizado após fugir da capital mato-grossense.

De acordo com as investigações, o grupo atuava de forma organizada, com funções bem definidas entre os integrantes, além de regras internas e hierarquia.

Um dos principais alvos da operação é apontado como líder da organização e, mesmo preso, continuava comandando as atividades criminosas de dentro da unidade prisional.

As apurações começaram em março de 2025, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc). Ao longo desse período, os policiais reuniram provas por meio de depoimentos, monitoramento e análise de materiais apreendidos em outras ações.

Os investigadores identificaram que o grupo comercializava diferentes tipos de drogas, como cocaína, ecstasy (MDMA) e derivados da maconha. A distribuição era feita com planejamento e uso de estratégias para facilitar a logística e dificultar a ação da polícia.

Ainda conforme a polícia, os integrantes seguiam determinações de uma facção criminosa de atuação nacional. Essa organização estabelecia padrões para o funcionamento do tráfico, como os tipos de drogas vendidos, os preços cobrados e até quem ficava responsável por receber e movimentar o dinheiro.

Os suspeitos presos serão levados para unidades prisionais e ficarão à disposição da Justiça.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Eduardo Ribeiro, as investigações continuam mesmo após a operação. A polícia deve seguir com diligências pelos próximos 30 dias para identificar outros envolvidos e aprofundar o mapeamento do esquema criminoso.

O nome da operação, Patrinus Malus, significa “padrinho do mal”, em latim, e faz referência ao principal investigado, considerado uma espécie de mentor dentro da organização.
A ação faz parte de um conjunto de medidas da Polícia Civil de Mato Grosso para intensificar o combate às facções criminosas em 2026, dentro de um programa estadual voltado à repressão desse tipo de crime.

 

 

 

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