"A mensagem é de vigilância, obviamente, porque desde o início afirmei que o fato óbvio é que esta guerra no Oriente Médio resultará em mais inflação e menos crescimento, mas a magnitude do efeito dependerá da duração e da intensidade do conflito", detalhou.
Segundo Villeroy de Galhau, o BCE está vigilante e determinado, visto que seu conselho está "totalmente comprometido" em estabilizar a inflação na média de 2%. "Temos capacidade para agir, como e quando necessário", acrescentou.
Ele disse ainda que a instituição não ficará "inativa" e nem reagirá "de forma exagerada" à volatilidade dos mercados de energia.
(Com Agência Estado)
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