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Justiça Quinta-feira, 19 de Março de 2026, 09:39 - A | A

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RISCO AOS PACIENTES

MPF investiga falta de profissionais no Hospital Regional de Sinop

Relatórios apontam ausência de enfermeiros e farmacêuticos, enquanto MPF investiga possível comprometimento no atendimento à população

ANDRÉ ALVES
Da Redação

A procuradora da República Denise Nunes Rocha Müller Slhessarenko, do Ministério Público Federal (MPF), instaurou inquérito civil para apurar possíveis irregularidades no Hospital Regional de Sinop (480 km de Cuiabá), relacionadas à falta de profissionais nas áreas de enfermagem e farmácia, situação que pode estar comprometendo o atendimento à população. A portaria foi publicada nesta quinta-feira (19) no Diário Oficial.

Relatórios de fiscalizações reforçam o quadro crítico. O Conselho Regional de Enfermagem de Mato Grosso apontou, em inspeções realizadas em 2025, a falta de 39 enfermeiros assistenciais, 71 técnicos de enfermagem e outros 9 enfermeiros para funções administrativas e de auditoria. Já o Conselho Regional de Farmácia classificou o hospital como irregular após identificar ausência de responsáveis técnicos e falhas na cobertura farmacêutica, especialmente no período noturno, o que compromete a segurança dos pacientes.

A procuradora considera a existência de interesse federal no caso, uma vez que o hospital é financiado, em parte, por recursos do Teto MAC, repassados pelo Fundo Nacional de Saúde ao Estado de Mato Grosso para custeio de serviços de média e alta complexidade.

Apesar de a Secretaria de Estado de Saúde ter informado que há processos administrativos em andamento para contratação de profissionais, o órgão destacou que esse tipo de medida exige planejamento e não ocorre de forma imediata. Ainda assim, o MPF aponta a necessidade de verificar se as providências anunciadas foram efetivamente implementadas e se são suficientes para resolver o problema.

LEIA MAIS: MPF investiga falta de profissionais em hospitais regionais de Sorriso e Colíder

A investigação também deve analisar recomendações do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), que já apontaram limitações nos mecanismos adotados pela gestão estadual para contratação de pessoal na área da saúde.

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