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Justiça Quarta-feira, 29 de Abril de 2026, 17:29 - A | A

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Quarta-feira, 29 de Abril de 2026, 17h:29 - A | A

RISCO A ESTUDANTES LGBT

PT pede liminar ao STF para suspender lei de ideologia de gênero em Mato Grosso

Sigla alega que lei estadual invade competência da União e fere liberdade de cátedra; ação cita decisões recentes que derrubaram normas semelhantes em outros estados da Amazônia Legal

BIANCA MORTELARO
Da redação

Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) foi protocolada pelo Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores de Mato Grosso (PT-MT), com pedido de medida cautelar, contra a lei que proíbe o ensino de “ideologia de gênero” e temas relacionados, na rede pública e privada de ensino de Mato Grosso.

De acordo com a presidente estadual da legenda, Professora Rosa Neide, o documento traz decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF), como as ADIs 7019 e 7644, que declararam inconstitucionais leis estaduais semelhantes em Rondônia e Amazonas.

"A permanência da lei em vigor pode causar prejuízos irreparáveis ao ambiente escolar, à formação dos estudantes e à garantia dos direitos fundamentais previstos na Constituição", declarou Rosa Neide.

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Na petição, o partido argumenta que a legislação cria restrições curriculares que não estão previstas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), invadindo competência exclusiva da União, conforme estabelece o artigo 22 da Constituição Federal.

A ação também alega que a Lei nº 13.284/2026 viola princípios constitucionais como a dignidade da pessoa humana, a liberdade de ensino, o pluralismo de ideias e a competência privativa da União para legislar sobre diretrizes e bases da educação.

Conforme o texto, por não possuir definição jurídica ou científica clara, o termo “ideologia de gênero” pode abrir espaço para interpretações subjetivas, a perseguições a professores, gerando insegurança jurídica e afetando diretamente a liberdade de cátedra garantida pela Constituição.

Outro ponto destacado é o impacto da norma sobre estudantes LGBTQIA+, já que, segundo a ação, a proibição dificulta o debate sobre respeito à diversidade, combate ao bullying e enfrentamento à discriminação no ambiente escolar.

Além da declaração definitiva de inconstitucionalidade da lei, o partido pede a concessão de liminar para suspender imediatamente os efeitos da norma até o julgamento final da ação.

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