Mais seis empregadores de Mato Grosso foram incluídos na 'lista suja' do trabalho escravo atualizada semestralmente pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O levantamento foi publicado nesta quinta-feira (5) e inclui empresários de Cáceres, Nossa Senhora do Livramento, Rosário Oeste, Paranatinga, Rondolândia e Guarantã do Norte.
Ao todo, 25 trabalhadores foram submetidos a condições análogas à escravidão pelos empregadores mato-grossenses recém-cadastrados na lista. Todas as ocorrências foram registradas em zonas rurais.
No caso dos seis novos empregadores cadastrados, os estabelecimentos citados são a Fazenda Bom Jesus, em Paranatinga; a Estância Bela Vista, em Cáceres; a Fazenda Estância 3E, em Nossa Senhora do Livramento; a Fazenda Estância Marupá, em Guarantã do Norte; a Fazenda Canela, em Rondolândia e outro local não identificado na zona rural de Rosário Oeste.
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A atualização da 'lista suja' incluiu número recorde de empregadores que submeteram trabalhadores a condições análogas à escravidão. Ao todo, foram 204 novos nomes, a maior inclusão desde que o levantamento começou a ser realizado, em 2003, segundo o MTE.
Dos 204 novos empregadores incluídos na lista, a maioria é do setor da produção de carvão vegetal (23), seguido por criação bovina (22), serviços domésticos (19), cultivo de café (12) e extração e britamento de pedras (11).
Os Estados campeões em novos registros foram Minas Gerais (37), São Paulo (32), Pará (17), Bahia (14), Piauí (14) e Maranhão (13).
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