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Justiça Quinta-feira, 16 de Maio de 2024, 10:02 - A | A

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Quinta-feira, 16 de Maio de 2024, 10h:02 - A | A

ALVOS DA APITO FINAL II

Justiça mantém prisão de ex-servidor e “chofer” de tesoureiro do CV

Sancoviche e Paulo Vinícius foram presos na terça-feira, durante a segunda fase da "Operação Apito Final" que mirou as atividades ilícitas do grupo ligado a Paulo Witer Farias Paelo

RAYNNA NICOLAS
Da Redação

O juiz Jorge Alexandre Martins Ferreira, do Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo), manteve as prisões do ex-servidor da prefeitura de Cuiabá Jeferson da Silva Sancoviche e Paulo Vinícius Gabriel Araújo. Ambos são acusados de fazerem parte do núcleo do tesoureiro do Comando Vermelho de Mato Grosso, Paulo Witer Farias Paelo, o 'WT'. Dentre outras atividades, a dupla auxiliava o criminoso a fraudar o monitoramento eletrônico e a lavar o dinheiro do tráfico.

Sancoviche e Paulo Vinícius foram presos na terça-feira (14) durante a segunda fase da Operação Apito Final que mirou as atividades ilícitas do grupo ligado a Paelo. O caso tramita em segredo, mas a assessoria do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) confirmou a manutenção das prisões.

De acordo com as investigações, o ex-servidor da prefeitura chegou a adquirir um apartamento no nome dele para que 'WT' pudesse se beneficiar do imóvel. O local servia de residência para o tesoureiro do CV desde o fim do ano passado quando ele saiu da prisão. Além de uma mulher apontada como amante de 'WT', Sancoviche era a única pessoa a ter acesso ao imóvel.

Após a prisão de Paulo Witer no fim de março, em Maceió, o ex-servidor público foi flagrado pelo monitoramento interno do prédio retirando uma sacola da casa do traficante. No interior do saco, de acordo com a Gerência de Combate ao Crim Organizado (GCCO), estavam anotações da venda de drogas, contabilidade da facção criminosa, a tornozeleira eletrônica que deveria estar com 'WT' e dinheiro vivo.

Sancoviche foi preso nas dependências da Secretaria de Obras de Cuiabá, onde estava lotado. Ele trabalhava como motorista do titular da Pasta, Rauf Macedo, e tinha salário de pouco mais de R$ 3 mil.

Já Paulo Vinícius, conforme as investigações, chegou a usar a tornozeleira de 'WT' para simular que ele estaria cumprindo com as imposições judiciais. Na verdade, o tesoureiro estava curtindo baladas, viagens e passeios de luxo em lugares como Rio de Janeiro, Santa Catarina e Alagoas. Paulo também recebia R$ 1,5 mil para servidor de "chofer" à filha da liderança da facção criminosa. 

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