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Justiça Terça-feira, 25 de Outubro de 2016, 18:41 - A | A

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Terça-feira, 25 de Outubro de 2016, 18h:41 - A | A

MEDIDAS CAUTELARES

Justiça manda soltar mandante do assassinato de Maiana

RENAN MARCEL

O desembargador Luís Ferreira da Silva deferiu pedido de liminar da defesa do empresário Rogério Amorim da Silva, que foi condenado, pelo júri popular, a 20 anos e três meses de prisão, sob acusação de ser o mandante do assassinato da adolescente Maiana Mariano Vilela, de 16 anos, com quem tinha um relacionamento amoroso.

 

Alan Cosme/HiperNoticias

caso maiana

 

O julgamento do caso foi finalizado no último dia 19, há menos de uma semana.

 

Segundo a defesa de Rogério, o desembargador atendeu pedido feito em habeas corpus. Rogério deve responder ao processo em liberdade. O desembargador substituiu a prisão pelo cumprimento de duas medidas cautelares: comparecimento mensal em juízo e proibição de sair de Cuiabá.

 

Luis Ferreira da Silva sustentou a decisão destacando que o réu "possui residência fixa, tem ocupação lícita, respondeu a ação penal em liberdade e compareceu a todos os atos processuais, acompanhado de seu advogado, e somente foi preso por ocasião de sua condenação perante o Tribunal do Júri; impondo-se asseverar, ainda nessa vereda, que não ficou demonstrado qualquer elemento concreto que evidenciasse que ele se furtaria ao cumprimento de sua sanção."

 

Maiana Vilela foi morta por asfixia, em dezembro de 2011. A adolescente foi assassinada por Paulo Martins a mando de Rogério Amorim em uma chácara do bairro Altos da Glória, em Cuiabá.

 

O motivo do crime, segundo a Polícia Civil, teria sido passional, já que Rogério não conseguia conciliar o seu casamento e o caso extraconjugal que mantinha com a vítima. 

  

No julgamento, Paulo Martins também foi condenado à prisão, por 18 anos e nove meses. 

 

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Jota Passarinho 26/10/2016

Pois é. Ai aparecem os menos avisados, medíocres ou hipócritas mesmo dizendo: A polícia não faz nada para acabar ou diminuir a violência. A explicação tá ai, só não vê quem não quer. Falo mais nada...!

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joao 25/10/2016

Como ficam: o corpo de jurados; a magistrada que comandou o júri; o Ministério Público; a polícia que fez as investigações e o inquérito; a sociedade e por último a família da moça.

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2 comentários

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