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Justiça Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2024, 10:37 - A | A

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Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2024, 10h:37 - A | A

BENS SEGUEM BLOQUEADOS

Juiz nega retirada de tornozeleira de dono de distribuidora acusado de desviar cargas da Ambev

Leandro Queiroz Gontijo foi preso em setembro de 2023, durante deflagração da "Operação Ceres", com R$ 1 milhão escondido num cooler dentro de casa

RAYNNA NICOLAS
Da Redação

O juiz João Francisco Campos de Almeida, do Núcleo de Inquéritos Policiais, negou pedido do empresário Leandro Queiroz Gontijo, que pleiteava o desbloqueio de bens e retirada do equipamento de monitoramento eletrônico. Proprietário de uma distribuidora de bebidas, Gontijo foi preso com R$ 1 milhão em casa durante a 'Operação Ceres', que apura esquema de desvio de cargas da fábrica da Ambev em Cuiabá. 

Em outubro de 2023, cerca de um mês depois da prisão, o empresário teve a preventiva substituída por outras cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica. À época, o juiz João Francisco Campos de Almeida estipulou prazo de 180 dias para que as medidas pudessem ser revistas.

LEIA MAIS: Dono de distribuidora de Cuiabá é preso com R$ 1 mi dentro de cooler escondido em casa; veja

Contudo, a defesa de Gontijo aportou nos autos pedido para retirada do equipamento, alegando que o monitoramento eletrônico tem causado prejuízos profissionais e psicológicos ao empresário. O Ministério Público, porém, rebateu, dizendo que a tornozeleira não traz constrangimento e que Leandro Queiroz Gontijo poderia usar vestimenta adequada para esconder o equipamento. 

Outro pedido da defesa foi pela liberação dos bens bloqueados no âmbito da operação, ocasião em que foi cumprida ordem de penhora de R$ 12,7 milhões em desfavor dos investigados. Para o MP, o levantamento da indisponibilidade dos bens traria riscos ao resultado do processo. 

Nas duas circunstâncias, o juiz do caso ratificou o entendimento do MP e indeferiu os pedidos da defesa de Leandro Gontijo. 

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