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Justiça Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2016, 22:44 - A | A

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Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2016, 22h:44 - A | A

NOTA OFICIAL

Governador e secretário afirmam que declarações de Malouf são absurdas e levianas

REDAÇÃO

O governador Pedro Taques (PSDB) e o secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, se manifestaram, por meio de nota, sobre as declarações do empresário Alan Malouf, preso na terceira fase da Operação Rêmora, denominada Grão Vizir.

 

Alan Cosme/HiperNoticias

pedro taques

 

Malouf está preso desde a semana passada e deve firmar um termo de delação premiada com a Justiça. Na tarde desta segunda-feira, o Ministério Público formalizou 19 denúncias de corrupção passiva contra o empresário.

 

O depoimento de Malouf citou a campanha do governador Pedro Taques de 2014. Contudo, o governo nega, com veemência, doação irregular feita pelo empresário. 

 

Na nota, o governador nega que Alan Malouf tenha assumido qualquer cargo na campanha. Afirma que as declarações do empresário são absurdas e levianas.

 

Leia a íntegra da nota:

 

NOTA DE IMPRENSA

 

GCOM – Gabinete de Comunicação do Governo de Mato GrossoAcerca do depoimento do investigado na Operação Rêmora, Alan Malouf, ao GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e NACO (Núcleo de Ações de Competências Originárias) do Ministério Público de Mato Grosso, no último dia 16, e divulgado à imprensa nesta segunda-feira (19.12), o Governo de Mato Grosso vem a público esclarecer o que segue:

 

O governador Pedro Taques e o secretário da Casa Civil, Paulo Taques, negam enfaticamente as afirmações levianas e absurdas do investigado Alan Malouf sobre a fantasiosa existência de valores não contabilizados (o chamado “caixa dois”) na campanha de 2014, e reiteram que todas as movimentações financeiras do referido pleito eleitoral encontram-se devidamente registradas na Prestação de Contas do PDT, partido pelo qual Pedro Taques disputou àquelas eleições - inclusive as despesas ainda não pagas – sendo que a prestação de contas da campanha foi aprovada sem ressalvas pela Justiça Eleitoral.

 

O governador e o secretário afirmam, ainda, que Alan Malouf jamais exerceu qualquer cargo ou delegação na arrecadação de fundos eleitorais, e que todas as doações, de pessoas físicas ou jurídicas (na época, permitidas) foram devidamente registradas. Portanto, caso haja qualquer valor que eventualmente tenha sido movimento pelo investigado e que não esteja contabilizado, não foi utilizado na campanha, cabendo apenas e tão somente ao investigado esclarecer origem e destino dos valores por ele mencionados.

 

O governador e o secretário classificam as declarações do investigando como uma tentativa sórdida e mentirosa de envolvê-los em ações criminosas das quais jamais tiveram conhecimento, tampouco delas deram ordem ou participaram. Lamentam, ainda, que o investigado tente envolvê-los nos atos ilegais, contrariando todos os demais depoimentos já prestados nessa investigação - com o claro propósito de desviar o foco das acusações que pesam contra si -, e informam que constituirão advogados para atuar no processo judicial e garantir que a verdade prevaleça. E a verdade é uma só: Pedro Taques tem uma vida de luta contra a corrupção e os corruptos, já tento enfrentado e desmantelado inúmeras quadrilhas que agiam no Estado e no país, e jamais compactuaria com qualquer ato ilegal, especialmente relacionado a desvios de recursos públicos.

 

Por fim, o Governo do Estado esclarece que, embora o investigado tenha mantido relacionamento social com Pedro Taques, suas empresas jamais venceram qualquer licitação ou contrato na administração estadual a partir de 01 de janeiro de 2015, uma vez que o governador, por estrita obediência às leis, nunca interferiu e jamais interferirá em qualquer processo de aquisição ou licitação no âmbito do Governo do Estado ou em qualquer outro Governo.

 

 

Cuiabá-MT, 19 de dezembro de 2016.

 

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Mteus 20/12/2016

Vai nessa seu Taques. Vai substimando as inteligencia do pessoal do GAEGO e da Juiza Celma que o senhor vai parar la com o Silval. O silval barbosa e sua turma, também tinha o mesmo discurso negavam enfaticamente as noticias das investigações da época e que eram levianas e absurdas, que eram cunho politicos mas, estão lá mofando na cadeia até ontem. Onde tem fumaça tem fogo ou água. Fumaça só sai da água e do fogo.Vamos aguardar pra ver o final pra ver quem tem culpa né.

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Carlos Nunes 20/12/2016

Como nesse caso só interessa "a verdade, nada mais do que a verdade", que tal colocar no Guizardi e no Malouf aquele moderno aparelho, que o Sílvio Santos e a Luciana Gimenez já mostraram em seus programas - onde o depoente fica atrelado aos fios e também analisa o timbre de voz - o DETECTOR DE MENTIRAS. Aí, faz as perguntas prós dois: se o aparelho apitar, mentem; mas se não apitar, bem, aí estão dizendo a verdade, nada mais do que a verdade. Aí, é como diz o Boris Casoy: tem que passar o Brasil a limpo, doa a quem doer. Não adianta, disse-me disse, adianta só a verdade, nada mais do que a verdade. Por que não fazem uma lei para aplicar o DETECTOR DE MENTIRAS em todos os depoimentos, com anuência do depoente, é claro?

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joaoderondonopolis 20/12/2016

O governador tirou o sono dos servidores com seus atos, agora chegou a hora do governador perder o sono e ainda mais complicado que o motivo dos servidores.

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Teka Almeida 20/12/2016

Agora já temos as respostas para todas as nossas indagações. O PT (Pedro Taques) começou a acusar o Silval Barbosa de corrupção e do maior roubo já cometido em nosso estado e a tal furada no saldo da conta no seu primeiro dia de governo. Não houve esse rombo todo, o PT (Pedro Taques) queria desde já justificar o rombo que ia sofrer as contas públicas no seu governo, pois sempre indagávamos como um governo do Silval conseguia roubar e pagar todos os direitos e manter-se dentro da LRF??? A troca de partido agora se justifica, PDT pelo PSDB, pois o Viana jamais iria admitir tal falcatrua e o PSDB já é PHD em corrupção. Não queria e não quer pagar a nossa RGA, leis de carreiras aprovadas desde que assumiu, pois em primeiro lugar tinha que quitar as falcatruas acordadas desde a campanha. Exercendo o seu direito de “primeiro o meu, depois se sobrar o de vocês”. A saída da Vandoni da secretaria que combate a corrupção tinha por obrigação denunciar o seu chefe maior. E por ai vai... O dinheiro de Mato Grosso não foi surrupiado no governo passado, mas sim neste. Realmente a Transformação ficou como Corrupção, levando nosso estado a ESTAGNAÇÃO.

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4 comentários

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