A agremiação alvinegra contratou Marcelo Paz, ex-Fortaleza, para ser o homem forte de futebol. O Corinthians, porém, considera ainda a possibilidade de fechar com um gerente de futebol. Nesse cenário, o nome de Paulinho foi especulado.
"Acho que a maioria sabe, eu sou funcionário do Mirassol, não tenho contrato, mas seja num papel, um guardanapo, nós renovamos o meu contrato. Então, assim, é a palavra (que vale)", disse Paulinho, em entrevista coletiva nesta segunda-feira, 5.
O dirigente, que está no Mirassol desde o fim de 2024, admitiu que já recebeu propostas para sair do clube. Mas disse que é muito grato pela oportunidade recebida na equipe.
"Realmente foram alguns convites que eu recebi para deixar o Mirassol, porém, como eu sempre falo, quando eu cheguei aqui, eu coloquei uma missão primeiro como coordenador e depois como diretor executivo, que era levar o Mirassol a uma (Copa) Sul-Americana, e levamos à Libertadores. Então, eu sou um cara que tenho muita gratidão ao clube, só que essa gratidão também se estende pelo meu trabalho", continuou.
"Eu fui muito claro com a diretoria de que eu acho que ainda tem muita coisa para fazer no Mirassol, algumas situações de crescer junto com o clube, principalmente em um ano tão importante como esse. Então, foram convites importantes, de instituições importantes do Brasil e fora também do país. Porém, depois de sentar com a família, conversar, analisar um cenário para a minha carreira, eu permaneço no Mirassol", assegurou.
Além do cargo de executivo de futebol, Paulinho será também o responsável por cuidar das categorias de base do Mirassol.
"Eu conversei com a diretoria e eles pediram para que eu cuidasse também da base, então o Paulinho hoje é executivo do clube, não só do futebol profissional, mas também atento à base. Eu dou muita importância à base, fico aqui no CT o dia inteiro, estive na estreia, estou aqui no dia a dia, sempre olhando alguns meninos, muitos deles já treinando com o profissional", afirmou.
"Eu acho que o Mirassol realmente tem que ser um clube de base, que ele enxerga o profissional e que ele realmente joga futebol. Categoria de base do Mirassol tem que jogar futebol mesmo, porque eu acho que o clube já diz isso, a filosofia, a metodologia. Eu sempre estou atento aos meninos, porque realmente sempre coloco que eles têm uma oportunidade única, que é estar aqui junto ao profissional", encerrou.
(Com Agência Estado)
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