Com 34 pontos, a equipe do técnico Abel Ferreira, ainda cumprindo suspensão por indisciplina, continua na liderança, sem chances de perder a posição nesta rodada. O próximo compromisso é contra o Jacuipense, pela rodada de volta da quinta fase da Copa do Brasil, às 21h30 de quarta-feira, em Jacuípe. O Remo, na zona de rebaixmaneto, com nove pontos, também joga o torneio mata-mata, contra o Bahia.
O jogo estava marcado para as 16 horas, mas começou apenas as 17h40. Muitas poças dágua se formaram no gramado e impediram que o duelo tivesse início no horário marcado. Foram feitas duas previsões de volta, às 16h30 e às 17 horas, até que o volume de água diminuiu e, enfim, foi possível levar os jogadores a campo para o protocolo e o apito inicial.
O campo estava pesado, até porque a chuva continuou, ainda que em menor intensidade. A água, porém, não foi obstáculo para Alef Manga, que abriu o placar para os donos da casa logo no primeiro minuto, em lance que começou com uma bola mal afastada pela defesa palmeiras. A marcação distante do zagueiro Murilo facilitou a vida do atacante adversário, por sua vez rápido resolver o lance em dois toques: domínio e, já dentro da área, chute para a rede.
O Remo não recuou após abrir o placar e continuou atacando. Bem organizado defensivamente, tinha na cobertura de Zé Welisson um de seus pilares para conter os talentos palmeirenses. Arías e Allan buscavam jogadas por dentro, sem sucesso em dar maior velocidade ao ataque palmeirense. É indiscutível que o gramado não favorecia a prática do melhor futebol, mas o time paulista exibiu problemas recorrentes, como a incapacidade de trabalhar a bola com paciência.
Um erro de passe de Patrick no meio de campo deu ao Palmeiras a chance de empatar e Ramón Sosa não desperdiçou. A partir daí, foi melhor a atuação palmeirense, concentrada na construção e movimentação de Allan, que ajudou o time paulista a ter mais volume ofensivo até o apito para o intervalo.
Defesa de Carlos Miguel após finalização de Patrick e bola colocada no travessão por Marcelinho. Assim foi a pressão que o Palmeiras sofreu em menos de cinco minutos de segundo tempo. Por muito pouco, o Remo não repetiu o início fulminante da etapa inicial. Após os sustos, com posse de bola, os palmeirenses passaram a ditar o ritmo do jogo. Faltava a agressividade necessária que levar mais perigo ao gol adversário.
A expulsão do remista Zé Ricardo, por entrada dura em Andreas Pereira, deixou a partida mais favorável aos visitantes, que se plantaram no campo de ataque, porém insistindo nos mesmos erros que cometeu durante todo o jogo. Foi grande a dificuldade para penetrar a defesa da equipe paraense, que ao fim levou a melhor no duelo ao se segurar com um a menos. Bruno Fuchs chegou a marcar de cabeça, nos acréscimos, mas o lance foi anulado porque a bola tocou na mão de Flaco López antes de sobrar para o zagueiro.
FICHA TÉCNICA
REMO 1 X 1 PALMEIRAS
REMO: Marcelo Rangel; Marcelinho (Giovani Pavanni), Marllon, Tchamba e Mayk; José Welisson (Picco), Zé Ricardo, Patrick (Diego Hernández)) e Yago Pikachu (Matheus Alexandre); Jájá e Alef Manga (Gabriel Poveda). Técnico: Léo Condé.
PALMEIRAS: Carlos Miguel; Giay (Bruno Fuchs), Gustavo Gómez, Murilo e Jefté (Khellven); Marlon Freitas, Andreas Pereira (Lucas Evangelista), Allan (Maurício) e Arias (Paulinho); Ramón Sosa e Flaco López. Técnico: João Martins (auxiliar).
GOLS: Alef, Manga, a um, e Ramón Sosa, aos 23 minutos do primeiro tempo.
ÁRBITRO: Rafael Rodrigo Klein (RS)
CARTÕES AMARELOS: Jefté e Khellven (Palmeiras) Marcelo Rangel (Remo).
CARTÃO VERMELHO: Zé Ricardo.
RENDA: R$3.814.360,00.
PÚBLICO: 36.649 pagantes.
LOCAL: Mangueirão, em Belém (PA).
(Com Agência Estado)
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