Contratado junto ao Palmeiras por um valor fixo de 35 milhões de euros (quase R$ 200 milhões, à época) acrescidos de bônus por metas, Endrick teve dificuldades de adaptação ao clube espanhol e enfrentou a forte concorrência de ninguém menos que Kylian Mbappé. Em sua primeira temporada, o atacante teve mais oportunidades, quando ainda era comandado por Ancelotti, hoje na seleção. Com Xabi Alonso, perdeu espaço e oportunidades.
No Lyon, Endrick vai vestir a camisa 9. Seu contrato prevê que ele jogue ao menos 25 partidas como titular. Na vitória sobre o Monaco, no último sábado (3), o atacante não esteve em campo. Porém, ao que tudo indica, ele deve ir a combate na partida deste domingo (11) diante do Lille.
Em entrevista ao Estadão, Endrick fez uma análise sobre seu atual momento e sobre seu futuro.
O que o Lyon dará ao Endrick mais do que o Real Madrid para levá-lo de volta à seleção brasileira? Nessas circunstâncias, não seria melhor voltar ao futebol brasileiro do que seguir na Europa?
Nos clubes, a gente forma equipes. Trabalha em conjunto. Eu tenho de dar o meu melhor, sempre, em qualquer lugar, e foi isso que sempre fiz e vou fazer. Quero seguir na Europa, jogando as principais competições, as principais ligas e copas.
Na carreira profissional, o Endrick teve Abel Ferreira, Carlo Ancelotti, Xabi Alonso e agora o Paulo Fonseca como treinadores. O que ele vê de semelhanças e diferenças entre esses técnicos? Com qual aprendeu mais?
Tive sorte de só trabalhar com treinadores de alto nível, todos campeões por onde passaram. Pra ser campeão, é preciso saber ler os jogos, preparar bons treinos e táticas, e ajudar os atletas a se sentirem confiantes, e todos eles mostraram que são ótimos nisso tudo.
Vaga na seleção, caminho dos gols e alegria em jogar. Há algo mais que o Endrick queira reconquistar no Lyon?
Quero fazer o que amo. Treinar e jogar. Me tornar a cada ano um jogador melhor. Os gols, os títulos, convocações vão ser consequência disso. De estar a cada dia melhor. O objetivo é melhorar. O resto é a recompensa.
O que ir ou não ir para a Copa representa pra você na carreira, afinal, você tem apenas 19 anos e uma carreira longa com chances de outras Copas?
Ir para a Copa do Mundo é o sonho de todo jogador de alto nível. Ninguém sabe quantas vai jogar. Eu sonho em jogar e também em ganhar uma, mas estou mesmo focado é no que o Lyon precisa para fazer essa temporada ser inesquecível.
(Com Agência Estado)
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