Nyantakyi era vice-presidente sênior da Confederação Africana de Futebol (CAF, na sigla em francês) e presidente da Federação de Futebol de Gana em maio, quando a filmagem da TV revelou o caso de corrupção.
O dirigente foi filmado recebendo US$ 65 mil em dinheiro (cerce de R$ 240 mil) de repórteres posando como empresários ligados a Nana Akufo-Addo, presidente de Gana, e outros funcionários do governo.
Nyantakyi, eleito pelas federações africanas para integrar a comissão da Fifa, com uma bolsa anual de US$ 300 mil (R$ 1,1 milhão) em 2016, renunciou dias antes do início da Copa do Mundo da Rússia. O dirigente pode contestar os veredictos no Comitê de Apelação da Fifa e depois no Corte Arbitral do Esporte (CAS, na sigla, em inglês).
(Com Agência Estado)
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