Aos 41 anos, Lindsey chegou à Itália para sua quinta participação olímpica. Uma das maiores vencedoras da história, tendo conquistado a medalha de ouro no downhill e a de bronze no super-G nos Jogos Olímpicos de Vancouver-2010, além do bronze no downhill em PyeongChang-2018, ela voltou ao esqui em 2024, colocando fim à aposentadoria de mais de cinco anos. Ela competiu lesionada na Itália depois de romper o ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho esquerdo na última semana.
Em sua preparação para a Olimpíada, ela conquistou dois triunfos no downhill na Copa do Mundo nesta temporada, o que só aumentou a expectativa pelo desempenho olímpico. Ninguém antes, aos 41 anos, havia vencido uma prova do circuito mundial.
Como se fosse italiana, Lindsey Vonn contava com grande apoio da torcida, mas a empolgação durou pouco. Após a queda da esquiadora, um grito de dor ecoou, seguido por silêncio das arquibancadas. A prova foi interrompida por mais de 10 minutos para o resgate da norte-americana.
O episódio pode ter colocado fim à carreira de Lindsey Vonn. "É trágico", disse o presidente da Federação Internacional de Esqui, Johan Eliasch. "Mas o que posso dizer? É corrida de esqui e, conhecendo Lindsey, eu não a descartaria para 2030."
Fora das pistas, a esquiadora é uma das investidoras do Angel City FC, equipe de futebol feminino dos Estados Unidos que disputa a National Womens Soccer League (NWSL).
A prova do downhill feminino em Milão-Cortina neste domingo também teve outro resgate de helicóptero com Cande Moreno, de Andorra.
(Com Agência Estado)
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