"O Gabriel (me lembra Schumacher). Por sua ética de trabalho e por ser uma pessoa de grande sensibilidade humana", afirmou.
A fala de Binotto veio em um momento da conversa em que o assunto era a importância dos pilotos para o desenvolvimento de uma equipe. O italiano relembrou o período em que trabalhou com Schumacher e destacou a capacidade do alemão de ajudar no crescimento da escuderia, além da ética de trabalho, dedicação e relação com os integrantes do time. Para Binotto, essas características eram tão importantes quanto a velocidade do piloto.
"Michael sabia fazer a equipe crescer para levar à pista o melhor carro possível. Ao escolher um piloto, esse é um aspecto fundamental", afirmou o dirigente.
Poucos minutos depois, Bortoleto também falou ao Automoto.it sobre a comparação. O brasileiro contou que passou a conhecer melhor a trajetória de Schumacher justamente pelas histórias contadas pelo chefe da Audi.
"Michael se tornou meu ídolo por culpa dele. Ele sempre fala sobre ele. Então comecei a me informar sobre Schumacher e entendi o quanto ele era forte. Quando ganhou tudo, eu ainda não tinha nascido. Ontem mesmo estávamos falando sobre ele, sobre como tratava a equipe", afirmou.
Bortoleto trabalha com Binotto desde 2025, quando iniciou pela então Sauber, que se tornou Audi em 2026. O brasileiro está em seu segundo ano na Fórmula 1.
(Com Agência Estado)
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