A companhia afirma que, em um ambiente de menor oferta no ramo de distribuição de combustíveis, somado aos avanços no combate às irregularidades no setor, a empresa focou na segurança do abastecimento, capilaridade logística e qualidade dos combustíveis comercializados, o que se refletiu no embandeiramento de 210 novos postos no trimestre, atingindo 595 novos postos nos primeiros 9 meses do ano, o que domou 191 unidades a mais do que o visto nos 12 meses de 2025.
O volume total comercializado foi de 9,612 milhões de metros cúbicos (m3), com alta anual de 4%. Destes, 6,087 milhões m? foram do segmento de Rede de Postos, impulsionados, principalmente, pelas vendas de Etanol e Gasolina, e 3.525 mil m? no segmento de venda para outras empresas (B2B).
A Vibra afirmou ainda que registrou Fluxo de Caixa Operacional de R$ 2,7 bilhões no trimestre, direcionando os recursos a duas frentes: a redução do endividamento e a ampliação do embandeiramento.
A dívida líquida encerrou o trimestre em R$ 14,4 bilhões, queda trimestral de 10% e anual de 23%. A alavancagem encerrou setembro em 1 vez (dívida líquida sobre o Ebitda ajustado dos últimos 12 meses), uma redução de 0,3 vez frente ao segundo trimestre de 2026.
(Com Agência Estado)
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