"Vamos melhorar o seguro rural com toda a responsabilidade fiscal", disse o vice-presidente emendando que o governo está também trabalhando um programa para a renegociação das dívidas do setor agrícola tanto para os adimplentes quanto para os inadimplentes. "Teremos um programa para renegociar dívidas rurais, para adimplentes e inadimplentes", reforçou.
Alckmin disse ainda que o setor agropecuário será um dos mais beneficiados com a entrada em vigor em 1º de maio de mais de 500 produtos com tarifas zeradas, o que amplia o potencial das exportações brasileiras.
O vice-presidente também reforçou, especialmente para os produtores de máquinas e implementos agrícolas, a liberação de uma linha de crédito no montante de R$ 10 bilhões para financiamento com juros baixos a serem liberados em três semanas.
"O governo está fazendo o Move Agrícola, com juros de um dígito com a Finep. São R$ 10 bilhões para financiar máquinas agrícolas pela própria Finep ou parceiros", explicou, acrescentando que o Banco do Brasil vai operar junto com a Finep neste programa.
Outro ponto destacado pelo vice-presidente na Agrishow é a reforma tributária, com desoneração total das exportações, o que facilitará mais investimentos e crescimento do PIB.
Ao se referir à política monetária, Alckmin lembrou que, quando o Banco Central começou a cogitar o processo de flexibilização da taxa de juro, teve início a guerra no Irã. O próprio BC tem falado que neste momento ele não está flexibilizando, mas calibrando a taxa de juro.
Finalmente, o vice-presidente mencionou a ampliação da adição de etanol à gasolina de 30% para 32%, o que, além de impedir uma disparada nos preços do combustível fóssil, ajuda na questão ambiental e gera mais emprego na indústria sucroalcooleira.
(Com Agência Estado)
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