O entendimento prevê cortar quase pela metade o volume de importações livres de tarifa, para 18,3 milhões de toneladas por ano, uma redução de 47% em relação a 2024. A nova alíquota de 50% também será aplicada a produtos de aço fora do escopo das cotas.
A medida substituirá o atual mecanismo de salvaguardas, em vigor desde 2018 e com vencimento em 30 de junho de 2026, e pode entrar em vigor já em 1º de julho, após aprovação formal do Conselho e do Parlamento.
O pacote também reforça a rastreabilidade das importações, exigindo que exportadores detalhem a origem do aço, incluindo onde ocorreu a fundição e o vazamento do metal, fator que será considerado na distribuição de cotas entre países.
O regulamento prevê ainda uma revisão em seis meses para avaliar possível ampliação do escopo de produtos. A indústria siderúrgica europeia, que já perdeu cerca de 100 mil empregos desde 2008, enfrenta pressão de importações mais baratas em meio à intensificação de medidas protecionistas no comércio global.
(Com Agência Estado)
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