O grupo deverá avaliar se há justa causa para destituir Cook e encaminhar uma recomendação à Casa Branca.
A investigação será conduzida pelo assessor presidencial de política econômica, pelo presidente da Comissão de Igualdade de Oportunidades no Emprego e pelo diretor do Escritório de Ética Governamental, com possibilidade de consultar o Departamento de Justiça.
Trump determinou que Cook compareça a uma audiência na Casa Branca em 5 de novembro, com duração máxima de quatro horas. A sessão será fechada ao público, mas terá transcrição. A dirigente poderá apresentar provas, depoimentos escritos e argumentos em sua defesa, além de uma manifestação final até 10 de novembro.
"Como presidente, é meu dever garantir que as leis sejam fielmente executadas, inclusive demitindo subordinados em quem não se pode confiar para dizer a verdade e cumprir a lei", afirmou Trump no documento.
A iniciativa ocorre após decisão da Suprema Corte, em junho, que permitiu a Cook permanecer no cargo depois de Trump tentar demiti-la no ano passado. O tribunal deixou aberta a possibilidade de uma nova tentativa, desde que ela tivesse oportunidade de responder às acusações.
Cook nega irregularidades e não foi acusada criminalmente. A ofensiva amplia a pressão política sobre o Fed, em meio às cobranças de Trump por juros menores.
(Com Agência Estado)
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