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Polícia Sexta-feira, 09 de Outubro de 2026, 09:10 - A | A

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Sexta-feira, 09 de Outubro de 2026, 09h:10 - A | A

CASO BRENO

Delegado relata frieza de suspeito que levou 7 horas para confessar morte de professor

Polícia Civil encontrou corpo do professor Breno Antonio Humberto de Moraes em Várzea Grande após prisão de suspeito do crime

MARYELLE CAMPOS E GABRIEL BARBOSA
Da redação

Reprodução

suspeito de matar o professor Breno Humberto

O delegado Bruno Abreu da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) relatou a postura de frieza do serralheiro, Elias Samuel Delgado da Silva, preso nesta quinta-feira (8), suspeito de particiapação no homicídio do professor Breno Antonio Humberto de Moraes, de 25 anos. 

Durante o interrogatório, o suspeito teria se mostrado uma pessoa fria e, inicialmente negado a autoria do crime. Conforme o delegado, foram necessárias cerca de seis a sete horas de conversa com suspeito até que ele confessasse a participação no crime. 

Elias confessou que estava no Toyota Corolla que seguia a motocicleta em que Breno estava como garupa na noite de seu desaparecimento no bairro Capela do Piçarrão, em Várzea Grande, no dia 26 de setembro. 

O delegado explicou que o serralheiro já era considerado suspeito desde a semana passada e foi monitorado pelos investigadores, antes de ser preso temporariamente. Ele foi confrontado com provas e questionado sobre a relação entre ambos, já que testemunhas e mensagens às quais a Políca civil teve acesso, compovaram que o suspeito e a vítima já se conheciam. 

LEIA MAIS: Professor desaparece após sair de casa à noite e família recebe mensagens suspeitas

O corpo de Breno foi encontrado horas após a prisão e confissão do suspeito, que apontou aos investigadores a localização onde o professor foi enterrado. Breno foi encontrado em um terreno baldio e lamacento no bairro 13 de Setembro, em Várzea Grande, próximo a região em que o serralheiro reside com a família. 

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Ainda de  acordo com o delegado, Elias Samuel não foi a única pessoa a particuipar do crime. A pessoa que conduzia a moto em que Breno subiu na noite em que desapareceu ainda não foi presa. 

A Polícia Civil informou que devido a complexidade do caso irá manter em segredo a motivação do crime. O caso segue sob investigação. 

 

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