O Tribunal apontou que, embora os contratos da estatal com contraparte classificadas como de Alto Grau de Risco de Integridade (GRI alto) incluam cláusulas de segurança, não houve execução e auditorias de compliance no período em que a Corte analisou as movimentações - 2023 a 2025.
O TCU recomendou que a Petrobras formalize, em atos normativos internos, os critérios objetivos e gatilhos de riscos para acionamento das cláusulas de segurança.
A auditoria da Corte de Contas também observou "fragilidade" no registro racional econômico e do histórico de propostas e contrapropostas no sistema Salesforce, o que, segundo o TCU, prejudica a rastreabilidade, a auditabilidade e a supervisão.
Foi recomendado o aprimoramento dos sistemas e bases de dados, com armazenamento estruturado e referência cruzada, mirando evolução para ferramentas de gestão de trading (ETRM) e uso de análise de dados e IA.
(Com Agência Estado)
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