Em termos ajustados, o lucro por ação foi de US$ 0,56. A receita líquida aumentou 5,3% na mesma comparação, para US$ 9,9 bilhões. Analistas consultados pela FactSet esperavam lucro de US$ 0,58 por ação e vendas de US$ 9,7 bilhões.
As vendas globais no conceito mesmas lojas subiram 4% na comparação anual, impulsionadas por um aumento de 3% no tráfego de clientes. O resultado marca uma virada em relação ao primeiro trimestre do ano fiscal de 2025, quando as vendas mesmas lojas haviam caído 4%.
Na América do Norte, as vendas mesmas lojas cresceram 4%, revertendo a queda de 4% registrada um ano antes. No segmento internacional, as vendas subiram 5%. A margem operacional ajustada foi de 10,1%, queda de 180 pontos-base, pressionada por investimentos em mão de obra, preços elevados do café e tarifas.
No primeiro trimestre fiscal, a Starbucks abriu 128 novas lojas líquidas e encerrou o período com 41.118 unidades globais. Para o ano fiscal de 2026, a companhia projeta um lucro por ação ajustado entre US$ 2,15 e US$ 2,40 e estima um crescimento de pelo menos 3% nas vendas mesmas lojas globais e nos EUA. "A estratégia 'Back to Starbucks' está funcionando e acreditamos que estamos à frente do cronograma", disse em comunicado o CEO da Starbucks, Brian Niccol.
* Com informações da Dow Jones Newswires.
(Com Agência Estado)
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