Em entrevista ao portal Metrópoles, o ministro ponderou que a taxa de juros atual está em patamar "incompatível com a estabilidade da dívida".
Pelo último balanço, a dívida bruta do Governo Geral subiu para 79% do Produto Interno Bruto (PIB) em novembro passado. Em outubro, ela estava em 78,4%.
Pesou nesse aumento os juros nominais apropriados, as emissões líquidas de dívida e a variação do PIB nominal.
Haddad negou que esse crescimento tenha sido causado pelo déficit primário, ao mencionar que houve redução exponencial nesse parâmetro entre despesas e receitas na atual gestão.
"Se o aumento da dívida tivesse a ver com déficit primário, em 2020 teria explodido, quando foi gasto 25% do PIB para combater a pandemia e morreram 700 mil pessoas porque não sabiam o que fazer com o dinheiro", declarou em críticas ao governo anterior.
(Com Agência Estado)
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