A métrica representa a diferença entre o custo de captação de recursos pelos bancos e o que é efetivamente cobrado dos clientes finais.
O spread médio no segmento de pessoa física diminuiu de 49,2 pontos para 48,8. Nas operações de empresas, aumentou de 11,9 pontos (revisado de 12,3) para 12,1 pontos.
O spread médio do crédito direcionado, com recursos da poupança e BNDES, caiu de 4,3 pontos (revisado de 4,2 pontos) em abril para 4,0 pontos em maio. O spread do crédito total, que inclui livre e direcionado, oscilou de 22,2 pontos (revisado de 22,6) para 22,1 pontos no período.
Setor não financeiro-
O saldo do crédito ampliado ao setor não financeiro subiu 1,6% em maio, na comparação com abril, para R$ 21,513 trilhões, informou o Banco Central. O montante equivale a 164,2% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
O crédito ampliado inclui empréstimos no Sistema Financeiro Nacional (SFN) e operações com títulos públicos e privados, entre outros. É uma métrica que permite uma visão ampla sobre como empresas, famílias e o governo geral estão se financiando.
O saldo do crédito ampliado para empresas subiu 1,5% em maio, para 54,7% do PIB.
(Com Agência Estado)
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