O juro médio do crédito livre para pessoas físicas caiu de 63,0% em abril para 62,8% em maio. A taxa média cobrada das empresas aumentou de 24,9% em abril (revisado, de 24,9%) para 25,2%.
A taxa do cheque especial caiu de 140,9% em abril (revisado, de 141,1%) para 138,3% em maio. O juro médio do crédito pessoal sem consignação passou de 125,0% em abril para 120,4%. A taxa média do crédito especial consignado caiu de 28,2% para 28,0%.
O juro médio no crédito para aquisição de veículos passou de 26,6% para 26,3%.
A taxa média no crédito total, que inclui operações livres e direcionadas (com recursos da poupança e do BNDES), oscilou de 33,5% (revisado, de 33,8%) para 33,4%. Em maio de 2025, estava em 31,7%.
O Indicador de Custo de Crédito (ICC) permaneceu em 24,3%. O índice mostra o volume de juros pagos, em reais, por consumidores e empresas no mês, considerando todo o estoque de operações, dividido pelo próprio estoque. Na prática, reflete a taxa de juros média efetivamente paga pelo brasileiro nas operações de crédito contratadas no passado e ainda em andamento.
(Com Agência Estado)
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