"A gente precisa começar a pensar modelos mais estruturais", disse o secretário. "O País está muito equilibrado, a gente precisa sair da discussão de curto prazo e começar a olhar a agenda de longo prazo."
Ceron disse que a pauta de políticas sociais saiu do topo da lista de prioridades, e que pesquisas já mostram que a preocupação das pessoas não está mais na economia. Para o secretário, este é o momento de avançar em agendas do mercado de trabalho e de produtividade, que pendem para o longo prazo.
"Eu vejo o País com condições de entrar em 2027 com uma agenda estrutural de médio e longo prazo muito boa e acho que o fiscal está muito mais simples de resolver do que muita gente pinta", afirmou o secretário do Tesouro, defendendo também a necessidade de "naturalizar" o debate sobre reformas da Previdência.
(Com Agência Estado)
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