"Acho que a gente precisa calibrar, e está fácil de calibrar", disse o secretário, para quem o ajuste de parâmetros tem de ser debatido logo após as eleições. "Também tenho uma posição diferente de outros que acham que o Brasil tem uma dificuldade muito grande de fazer a virada necessária para ancorar o fiscal, não está tão difícil quanto parece."
Ceron defendeu a necessidade de ajustar a dinâmica de crescimento das despesas obrigatórias, que se expandem acima dos limites do arcabouço e diminuem o espaço dos gastos discricionários. Esse ritmo de crescimento precisa ser alterado pelo próximo governo e é uma agenda importante para 2027, disse.
Ele lembrou que o próprio limite global do arcabouço para a alta das despesas, de 2,5%, também pode ser alterado. Uma diminuição desse teto afetaria indexadores relevantes, como o salário mínimo, com impacto também na despesa previdenciária, segundo o secretário.
"A gente precisa debater as coisas da forma estruturada", afirmou Ceron, para quem o País está "equilibrado e propício" para um ajuste fiscal mais forte a partir de 2027, devido ao crescimento da economia.
(Com Agência Estado)
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