"Me parece que está um cenário traçado e, obviamente, a princípio, não tem um efeito relevante nesse primeiro momento se o petróleo ficar mais ou menos nesse patamar, dada a apreciação cambial que aconteceu", disse Ceron, em um evento do jornal Valor Econômico.
Em janeiro, o Copom manteve a Selic em 15%, mas informou antever uma redução na taxa básica de juros na reunião seguinte, do dia 18 de março, caso o cenário evoluísse como o esperado. O mercado espera uma redução a 12% no fim de 2026, segundo a mediana do mais recente relatório Focus.
Ceron disse que o Banco Central é "muito competente, muito estável, e sabe conduzir isso muito adequadamente."
(Com Agência Estado)
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