Em termos porcentuais, a meta para este ano é que o número de aeronaves da companhia brasileira possa sair de 12% e atingir 25% em participação no total do mercado doméstico.
"Estamos na torcida para que a Gol e a Azul também possam ampliar o número de compras de aviões da Embraer", disse Costa Filho.
Ele fez ainda um comparativo com outros países, aqueles mais relevantes na indústria de aeronaves.
De 100% da aviação dos Estados Unidos, cerca de 50% são com aviões da Boeing Company - empresa norte-americana.
Na França, de 100%, cerca de 48% são com aviões da companhia europeia Airbus. Os dados foram citados pelo ministro.
(Com Agência Estado)
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