No pré-sal, a produção total (petróleo e gás) foi de 4,821 milhões de boe/d em julho, o equivalente a 82,4% do total nacional. Houve alta de 0,3% em relação ao mês anterior e de 18,2% frente a julho de 2025. Foram produzidos 3,728 milhões de bbl/d de petróleo e 173,72 milhões de m³/d de gás natural por meio de 203 poços, segundo a ANP.
O aproveitamento de gás natural foi de 97,8%. A ANP informou que 66,12 milhões de m³/d foram disponibilizados ao mercado e que a queima foi de 4,67 milhões de m³/d, com redução de 29,5% em relação ao mês anterior e de 14,8% ante julho de 2025.
No recorte por origem, os campos marítimos responderam por 98,1% do petróleo e 88,7% do gás. Campos operados pela Petrobras, sozinha ou em consórcio, representaram 87,27% do total produzido, segundo a agência. A produção teve origem em 6.724 poços, sendo 613 marítimos e 6.111 terrestres.
Entre os campos, Búzios (pré-sal da Bacia de Santos) foi o maior produtor de petróleo, com 1.113 mil bbl/d. Mero, também na Bacia de Santos, liderou em gás natural, com 49,14 milhões de m³/d. Entre as instalações, o FPSO Almirante Tamandaré, em Búzios, teve a maior produção de petróleo (263.178 bbl/d), enquanto o FPSO Marechal Duque de Caxias, em Mero, foi o destaque em gás (13,60 milhões de m³/d), segundo a ANP.
Conteúdo elaborado com auxílio de inteligência artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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