"Se as tendências observadas nos dados me derem alguma confiança de que a inflação está se moderando e caminhando para 2%, então acho que podemos esperar um pouco mais para avaliar nossa postura de política monetária. No entanto, se parecer que a inflação não está diminuindo o suficiente, acho que devemos agir de forma decisiva para aumentar as taxas", afirmou ele no fórum sobre Empréstimos de Segunda Oportunidade, em Washington, D.C.
Segundo Barr, houve enorme progresso desde o pico da inflação de 2022, mas esse progresso estagnou em 2025. "Uma série de choques - desde tarifas e, em seguida, o conflito no Oriente Médio, bem como a rápida expansão da inteligência artificial - nos desviou do curso", explicou.
O diretor também pontuou que a inflação acima da meta por um período prolongado desencadeia o risco de que pressões mais amplas sobre os preços se consolidem.
Sobre o cenário macroeconômico dos EUA, ele comentou que o mercado de trabalho está estável, com uma taxa de desemprego relativamente baixa, e a economia vem crescendo de forma sólida, impulsionada, em parte, pelo boom de IA. "Gastos dos consumidores têm se mostrado bastante resilientes", acrescentou.
(Com Agência Estado)
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