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Política Terça-feira, 01 de Setembro de 2026, 10:36 - A | A

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Terça-feira, 01 de Setembro de 2026, 10h:36 - A | A

FRENTE A FRENTE

Começa primeiro debate televisivo entre os seis candidatos ao governo de MT

DA EDITORIA

Reprodução

Seis candidatos ao governo de MT - eleições 2026

10H30 - O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o senador Wellington Fagundes (PL), a médica Natasha Slhessarenko (PSD), Rafaell Millas (Missão), Maurício Coelho (Mobiliza) e Sargento Laudicério (Agir) estão nos estúdios da TV Vila Real, onde participam, nesta terça-feira (1º), do primeiro debate televisivo das eleições para o Governo de Mato Grosso em 2026.

Promovido pelo Grupo Gazeta de Comunicação, o debate será dividido em cinco blocos. A primeira etapa terá perguntas de jornalistas, enquanto os blocos seguintes serão marcados por confrontos diretos entre os candidatos. O último será reservado às considerações finais.

A ordem de participação dos candidatos foi definida por sorteio. Acompanhe no HNT. 

10H38 - O jornalista Daniel Pettengil abriu o debate com uma pergunta à candidata Natasha Slhessarenko sobre as estratégias de enfrentamento às facções criminosas. 

10h39 - A candidata do PSD defendeu a integração entre as forças de segurança. "Inteligência é a palavra de ordem", acrescentou. Natasha também defendeu a ampliação do efetivo de policiais e o aumento das vagas em presídios. 

10h40 - Na réplica, Daniel Pettengil reafirmou a pergunta questionando o que a candidata fará para retomar o controle dos 142 municípios sob controle de facções. Natasha atribuiu a situação à ausência do estado e reforçou a resposta de que pretende, de forma integrada, reforçar a segurança nos municípios. 

10h41 - Na sequência, a jornalista Luciana Gavilia direcionou sua pergunta a Otaviano Pivetta. A apresentadora do Notícia de Frente questionou o atual governador e candidato à reeleição sobre o superendividamento dos servidores públicos. "É culpa dos servidores ou também é culpa do estado?", perguntou. 

10h41 - Pivetta respondeu destacando as ações realizadas para conter a atuação irregular de instituições financeiras credoras de empréstimos consignados e a suspensão dos cartões de crédito consignados. 

10h43 - Luciana reafirmou a pergunta sobre a culpa do estado. Pivetta admitiu que o estado participou, mas disse que os servidores também tomaram iniciativa de contratar os empréstimos e prometeu corrigir eventuais abusos. 

10h44 - Michelly Figueiredo perguntou para o candidato Sargento Laudicério sobre a distribuição de duodécimo entre os poderes. Sargento Laudicério abriu a resposta dizendo que em seu governo a periferia vai subir ao Palácio Paiaguás e que trará os órgãos competentes para tomar decisões científicas e buscar a distribuiçao que dá retorno efetivo à população.  

10h45 - Na réplica, a jornalista perguntou reforma tributária vai ser levada em consideração. Sargento Laudicerio disse que a reforma prejudica o Estado, mas que a principal preocupação é buscar proteger a produção em Mato Grosso.

10h46 - Nayana Bricatt direcionou pergunta ao candidato Wellington Fagundes. A jornalista questionou a destinação de emendas parlamentares, a fiscalização e transparência na aplicação de recursos e se Fagundes pretende adotar medidas sobre o modelo atual. 

10h47 - Wellington afirmou, na resposta, que as emendas parlamentares são regidas pela lei e que só poderá falar sobre as emendas mediante a aprovação do orçamento. 

10h48 - Na réplica, a jornalista continou a questionar a transparência na destinação e fiscalização das emendas. Fagundes se esquivou novamente, afirmando que as emendas são feitas para atender a base. 

10h49 - Daniel Santos, do Cadeia Neles, questionou Rafael Millas sobre os índices alarmantes de feminicídios em Mato Grosso. O jornalista perguntou sobre as ações para frear as mortes de mulheres e dar suporte aos órfãos do feminicídio. 

10h49 - Rafael respondeu que vai criar um protocolo de atendimento para o feminicídio, garantindo a triangulação entre saúde, polícia e a área social. 

10h50 - Daniel pergunta ao candidato se assume um compromisso público em reduzir os índices de feminicídio e insiste nas pergunta sobre as ações voltadas aos órfaos do feminicídio. 

10h50 - Rafael explica que o acolhimento aos órfãos está previsto na parte social de seu protocolo e diz que o seu compromisso é que os feminicidios não aconteçam. 

10h51 - Noelma Oliveira finalizou o primeiro bloco do debate com uma pergunta destinada a Maurício Coelho sobre os incentivos concedidos a barões do agro e o que ele fará para que os investimentos cheguem ao povo. 

10h52 - Maurício diz que esse é o ponto principal de sua campanha e citou R$ 15 bilhões em renúncias fiscais. Na réplica, Noelma perguntou sobre a fiscalização dos recursos. 

10h53 - Maurício propôs fazer auditorias nas concessões.  

SEGUNDO BLOCO

No segundo bloco, os candidatos fizeram 

11h00 - Otaviano Pivetta abriu o segundo bloco perguntando à médica Natasha Slhessarenko sobre o desenvolvimento de Mato Grosso. "Qual é sua proposta para continuar a agroindustrialização do Estado?", finalizou. 

11h01 - Natasha prometeu continuar atraindo a indústria para Mato Grosso e citou, além da agroindustrialização, outros setores como o setor mineral, como outras potencialidades de Mato Grosso. 

11h02 - Na réplica, Pivetta disse que já demonstrou saber fazer desenvolvimento em MT. Citou a melhora nos empregos, em capital humano e disse que o próximo passo é estimular a agroindústria a investir em Mato Grosso. 

11h02 - Natasha, na tréplica, defendeu o crescimento econômico com distribuição de renda e inclusão social. 

11h03 - Na segunda pergunta, Pivetta escolheu questionar Wellington Fagundes sobre educação. "O que o senhor fará para continuar construindo essa educação libertadora que implementamos?". 

11h03 -  Wellington respondeu dizendo que articulou o encontro entre o ex-governador Mauro Mendes e o ex-ministro Paulo Guedes, que rendou um empréstimo de U$ 100 milhões para investimentos no estado. No entanto, segundo Fagundes, o dinheiro não foi bem aplicado e a educação é deficitária. 

11h03 - Na réplica, Pivetta disse que a gestão dele junto de Mauro Mendes fez a Educação sair da "escolinha de lata" para a educação libertadora. Fagundes disse que os avanços são pequenos diante do montante de recursos disponíveis e citou inquéritos sobre desvios na merenda escola e materiais didáticos. 

11h04 - O apresentador do debate pediu para que Sargento Laudicério parasse de usar dispositivo eletrônico conforme regem as regras do debate. Sargento Laudicério deu sequência ao debate perguntando a Otaviano Pivetta sobre as ações para mulheres vítimas de violência. 

11h05 - Pivetta respondeu citando ações como a criação de 87 patrulhas Maria da Penha, o botão de pânico, delegacia 24 horas em Várzea Grande, auxílio aluguel, programa de habitação e a Secretaria da Mulher.

11h06 - Sargento Laudicério reafirmou a pergunta questionando o que Pivetta fará para auxiliar as mulheres após o registro do boletim de ocorrência. Pivetta citou novamente o auxílio aluguel, bolsa família mulher e programa de habitação.

11h06 - Na sequência, Sargento Laudicério perguntou a Wellington Fagundes sobre o por que abandonar o mandato no Senado pela metade. "O senhor pode explicar por que o projeto de poder exige trocar de cargo agora?"

11h07 - Wellington Fagundes responde que está pronto, preparado e energizado para assumir o governo de Mato Grosso e que acumulou experiência para fazer uma boa gestao . 

11h07 - Na réplica, Sargento Laudicério afirmou que Fagundes não respondeu a pergunta, mas na tréplica, Wellington insistiu que a experiência e as alianças formadas em 2026 dão a ele as credenciais para governar Mato Grosso, apesar do mandato do Senado. 

11h08 - Natasha alegou que vai criar a "ficha suja Maria da Penha" e perguntou a opinião de Pivetta sobre a medida. Na resposta, Pivetta disse que aprova a ideia e vai adotá-la em seu governo. 

11h09 - Na réplica, Natasha reforçou os índices de violência contra mulher em Mato Grosso e prometeu que vai cuidar das mulheres. Na tréplica, Pivetta afirmou que já está cuidando das mulheres. 

11h10 - Natasha direcionou a segunda pergunta a Sargento Laudicério e questionou sobre o déficit de profissionais nas forças de segurança. Laudicério afirmou que as tropas estão cansadas e defendeu o aumento do efetivo para dar descanso aos policiais e defendeu a valorização das carreiras da segurança pública. 

11h11 - Natasha disse que em seu governo mais policiais estarão nas ruas e mais bandidos estarão presos. Também prometeu que irá cuidar da saúde mental dos servidores públicos. Laudicério, na tréplica, disse que isso não é suficiente e cobrou assitência do estado aos policiais. 

11h12 - Maurício Coelho iniciou sua rodada de perguntas questionando Sargento Laudicério o que ele acha da "gastança" de dinheiro público se referindo ao fundão milionário recebido pelos principais candidatos da disputa, Wellington, Natasha e Pivetta. Laudicério afirmou que faz campanha de moto e que sua arrecadação ocorre por meio de doações. "Nossa candidatura é o povo", disse. 

11h13 - Na réplica, Maurício Coelho afirmou que o eleitor está pagando pela campanha de Wellington, Natasha e Pivetta. Na tréplica, Sargento Laudicério divulgou suas redes sociais. 

11h14 - Mauricio perguntou à Dra. Natasha sobre o programa de cashback de cesta básica e quanto vai custar a proposta. Natasha afirmou que a medida é prevista na reforma tributária e que pretende adiantar a transição para tirar 500 mil pessoas da fome em Mato Grosso. 

11h15 - Na réplica, Mauricio disse que Natasha não sabe quanto vai custar, nem quantas famílias vai atender. Em contrapartida, disse que tem propostas efetivas para cortar 30% do custo da cesta básica em Mato Grosso. Na tréplica, Natasha se defendeu sobre o fundão, dizendo que o repasse é legítimo e provou: "o senhor tem que responder o que a Polícia Federal estava fazendo na sua casa". 

11h16 - Rafael Millas deu sequência ao debate perguntando a Wellington Fagundes o que as operações Sanguessuga, Máfia das Ambulâncias, Ararath e Atlantida têm em comum. Fagundes respondeu que nunca foi alvo de processos e chamou Rafael Millas de candidato de aluguel. 

11h17 - Na réplica, Millas fez um trocadilho com o apelido de Fagundes de "melância" e afirmou: "semente demais, hein Wellington". Fagundes na tréplica disse que Millas afirmou que só foi ao debate com objetivo de "trucidá-lo" e disse que a eleição não será por W.O, mas por WF. 

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