"Vamos defender o nosso texto, que é a liberdade do trabalhador. Primeiro, vota-se a nossa proposta, depois vê o que faz", declarou a jornalistas ao chegar ao Senado, onde presidirá sessão da Comissão de Segurança Pública.
Mesmo após os repórteres insistirem na pergunta, Flávio repetiu que apoiaria o texto de Marinho, mas não respondeu sobre o texto defendido pelo governo.
Os textos estarão na pauta da Comissão de Constituição e Justiça do Senado na quarta-feira, 2. No dia, Flávio estará em agenda de campanha no Rio Grande do Sul, mas disse acreditar que votará remotamente.
O candidato falou ainda que visitará Filipe Martins no sábado, 5, em Ponta Grossa (PR). Segundo Flávio, será uma "visita de cortesia" para acompanhar as condições do parlamentar e saber como ele está.
(Com Agência Estado)
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