O petróleo WTI para junho negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em alta de 4,19% (US$ 4,11), a US$ 102,18 o barril.
Já o Brent para julho, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), encerrou em alta de 3,42% (US$ 3,56), a US$ 107,77 o barril - na máxima do dia, chegou a US$ 108,45.
A percepção de risco geopolítico seguiu dominando os negócios, em meio à falta de avanços nas negociações entre Washington e Teerã. Trump afirmou que o cessar-fogo está em "suporte de vida massivo", enquanto o governo iraniano endureceu o discurso sobre o controle do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo. Pouco antes do fechamento deste texto, o dirigente pontuou que o bloqueio marítimo no Irã tem sido eficaz e que o país persa "chegará a um acordo ou será dizimado".
Para a BOK Financial, a ausência de notícias concretas sobre acordo aumenta a percepção de que novas escaladas podem ocorrer no Oriente Médio. Segundo a casa, contudo, o mercado acredita que uma deterioração mais intensa das tensões tende a ser evitada no curto prazo, enquanto Trump estiver em viagem à China.
O Saxo Bank afirma que o mercado ainda precifica oferta global de energia apertada, enquanto investidores aguardam mais detalhes sobre o equilíbrio entre oferta e demanda.
A Enverus manteve sua projeção para o Brent em média de US$ 95 por barril no restante de 2026 e de US$ 100 em 2027, citando estoques reduzidos nos países da OCDE, capacidade ociosa limitada e o impacto prolongado do fechamento de Ormuz sobre os fluxos globais da commodity.
O Departamento de Energia dos EUA diminuiu levemente sua projeção para o preço médio do petróleo Brent em 2026, de US$ 96 para US$ 95 por barril, e passou a estimar valor médio de US$ 79 em 2027 - ante US$ 76 anteriormente-, segundo o relatório Short-Term Energy Outlook (Steo).
*Com informações da Dow Jones Newswires
(Com Agência Estado)
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