A Petrobras reajusta mensalmente o combustível por meio de uma fórmula paramétrica contratual que funciona como amortecedor de curto prazo, resultando em reajustes mais moderados que os praticados internacionalmente. Ao contrário do que fez em outubro, a empresa não mencionou se está atendendo a todos os pedidos para o mês de novembro das distribuidoras.
Até setembro, a alta acumulada pelo QAV da Petrobras era de 53,3%. A empresa parou de informar o porcentual acumulado do combustível em outubro, quando reajustou o QAV em 11,8%.
A estatal destacou ainda, que nos principais mercados internacionais, os preços do QAV para companhias aéreas são ajustados com frequência chegando até a reajustes diários, refletindo imediatamente as condições de mercado.
"Nesse contexto, as variações acumuladas desde o início do conflito têm sido superiores nos mercados internacionais às observadas no Brasil, indicando que o preço do QAV da Petrobras permanece competitivo", explicou a companhia em nota.
(Com Agência Estado)
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