"Sempre acreditamos que Tupi/Iracema poderia voltar a produzir nos níveis do passado", disse por meio de nota a presidente da Petrobras, Magda Chambriard. "Esse ativo é o nosso primeiro campo gigante do pré-sal, com jazidas de grande produtividade. Estamos muito orgulhosos em agora operar dois gigantes, com potencial acima de 1 milhão de barris por dia: Tupi/Iracema e Búzios."
Tupi/Iracema é operado pela Petrobras, com os parceiros Shell e Galp, e a PPSA, representante da União na Jazida Compartilhada de Tupi.
Segundo a estatal, ao longo de 2025, 11 poços foram interligados ao campo, que conta agora com mais de 150 poços perfurados.
A diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos, pontua que o retorno de Tupi/Iracema à produção de 1 milhão de barris por dia reforça o pré-sal como uma das fronteiras petrolíferas mais competitivas da indústria global e um "celeiro de inovações" ao longo de 16 anos. "É uma combinação única de reservas gigantes, alta produtividade, petróleo com menor pegada de carbono e eficiência acima da média."
A companhia diz que estuda a construção de outros poços em Tupi/Iracema, além de avaliar a possibilidade de uma nova plataforma, a partir de 2031, e da extensão da vida útil de algumas das nove existentes. A implementação está sujeita às aprovações necessárias pelo consórcio e pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Pré-sal
O pré-sal representa cerca de 80% da produção da Petrobras. Das 57 plataformas de produção operadas pela estatal, 28 estão exclusivamente no pré-sal que, em janeiro de 2025, alcançou produção acumulada de 7 bilhões de barris de petróleo, liderada pelos três maiores campos em operação nessa camada: Tupi/Iracema, Búzios, o maior do mundo em águas ultraprofundas, e Mero.
(Com Agência Estado)
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